6.9.11
Feeling Good
Feeling sooooooooooooooooooo Good
Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Breeze driftin' on by you know how I feel
(refrain:)x2
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
Blossom on the tree you know how I feel
(refrain)
Dragonfly out in the sun you know what I mean, don't you know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleep in peace when day is done
That's what I mean
And this old world is a new world
And a bold world
For me
Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Oh freedom is mine
And I know how I feel
(refrain)
Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Breeze driftin' on by you know how I feel
(refrain:)x2
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
Blossom on the tree you know how I feel
(refrain)
Dragonfly out in the sun you know what I mean, don't you know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleep in peace when day is done
That's what I mean
And this old world is a new world
And a bold world
For me
Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Oh freedom is mine
And I know how I feel
(refrain)
Eu quero uma licença de dormir
Eu quero uma licença de dormir,
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes.
Adélia Prado
perdão pra descansar horas a fio,
sem ao menos sonhar
a leve palha de um pequeno sonho.
Quero o que antes da vida
foi o sono profundo das espécies,
a graça de um estado.
Semente.
Muito mais que raízes.
Adélia Prado
[Imagem: Romaine Brooks (1874-1970). "La Venus triste" (The Weeping Venus). Modelo: Ida Rubinstein. Se vos apetecer, mais Ida]
Hallelujah
Baby I've been here before I've seen this room and I've walked this floor You know, I used to live alone before I knew ya And I've seen your flag on the marble arch and love is not a victory march it's a cold and it's a broken hallelujah
À escuta #111
A. (11 anos):
«Sabes, eu consigo imaginar-me daqui a alguns anos a ir passar férias à Tunísia com os meus filhos e a dizer-lhes "quando era pequenina eu vim aqui com os meus pais e havia um ditador". Eles vão achar mesmo estranho, não achas?»
«Sabes, eu consigo imaginar-me daqui a alguns anos a ir passar férias à Tunísia com os meus filhos e a dizer-lhes "quando era pequenina eu vim aqui com os meus pais e havia um ditador". Eles vão achar mesmo estranho, não achas?»
«Os filhos do Khadafi são estranhos... Um diz que vai combater e o outro quer negociar. Vão os dois morrer, não é? O que é que tu fazias?»
1.8.11
25.6.11
8.6.11
À escuta #110
Mãe: Quando eu estava no 5º ano dava-se muito mais matéria na disciplina de História!
A.(11 anos): E como é que isso é possível se agora há mais 30 anos de História?
[...e de repente, senti-me... avó!]
27.4.11
Nevoeiro
O primeiro e único livro em português que Fernando Pessoa publicou em vida foi MENSAGEM (1934), um “livro de versos nacionalistas”, composto ao longo de cerca de duas décadas. O poeta estruturou-o em três partes, correspondentes a etapas da evolução do Império Português - nascimento (os construtores do Império), realização (o sonho marítimo e a obra das descobertas) e morte (a imagem do Império moribundo, com a fé da ressurreição do espírito lusíada do império espiritual, moral e civilizacional). A terceira parte - Encoberto - evoca um Portugal mais recente, envolto em tristeza, trevas e perda de identidade (a morte). «Nevoeiro» assume esse tom geral de disforia, de tristeza e melancolia.
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
define com perfil e ser
este fulgor baço da terra
que é Portugal a entristecer –
brilho sem luz e sem arder,
como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quere.
Ninguém conhece que alma tem,
nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ância distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a Hora!
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