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11.9.11

uma provocação insuportável a um Estado que se tinha por quase inexpugnável


«O 11 de Setembro não foi, simplesmente, um ato terrorista que vitimou uns milhares de pessoas. Foi uma provocação insuportável a um Estado que se tinha por quase inexpugnável e para o qual, um ato deste tipo, colocava em causa a sua própria imagem como orgulhoso poder incontestado à escala global. E não deixa de ser importante lembrar, uma vez mais, para se perceber a sequência do que sucedeu depois, que os Estados Unidos viviam já sob uma nova administração, onde prevalecia uma liderança muito ideológica, com uma clara componente “jingoísta” (uma expressão que não parece existir em português mas que o Oxford English Dictionary refere como “extreme patriotism in the form of agressive foreign policy”).»

Ler texto completo, correspondente à intervenção de Francisco Seixas da Costa na conferência “11 de Setembro: um mundo diferente?”, organizada pela Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, no Grémio Literário, em Lisboa, em 12 de abril de 2011.

The losses of 9/11 by numbers

A decaying photo on a decaying plywood wall, perhaps one of the last family memorials remaining in Manhattan, 10 years after Sept.11. Photo The New York Times

9.10.09

Nobel da Paz para Barak Obama

E assim se faz História. Nunca este Prémio assumiu uma intenção tão claramente estratégica. A responsabilidade de Obama relativamente à política externa americana (o calcanhar de Aquiles de todas as Administrações, republicanas ou democráticas) é reforçada. numa fase muito inicial do mandato. Os EUA são chamados a liderar o mundo. pensando duas vezes. vinte vezes. antes de tomar qualquer decisão. Na verdade, o Comité Nobel não premeia Obama. condiciona-o duramente. E eu espero que todos os deuses, ao sétimo dia, reconheçam que isso foi bom.

27.12.07

Tudo o que sobe não converge

É republicano. Nunca votou por uma restrição à compra de armas por particulares. É contra o financiamento estatal das IVG. Não é perfeito! Mas sempre se opôs à guerra no Iraque e defende uma redução dos impostos. Tem um conceito quase profético de Estado ou talvez seja apenas fiel aos princípios da Constituição americana. Apela ao respeito da soberania de todos os Estados e a um cessar das acções neo-imperialistas americanas. Vamos ouvir falar de Ron Paul enquanto durarem as Primárias. Fenómeno efêmero, portanto. Mesmo se está casado com a mesma mulher há várias décadas (garantia de muitos votos adicionais!). Caros europeus não votantes nas eleições americanas, ouçam The song of silence!