No mesmo dia, estas buscas. pois, isto é serviço público :)
03 Mar, Sat, 19:03:03 Google: postais jesus hostia santa
03 Mar, Sat, 21:15:22 Google: conto sexo animal gorila
3.3.07
À escuta #34
- Estou a aprender uma letra nova, o G.
- Então vamos dizer palavras com essa letra...
- Gato, gata, ... e como é aquele animal que tem um nome que parece uma asneira?
- ... não sei!
- É uma tartaruga pequenina.
- ?
- ... cagou-se!
- Cágado!
[S.]
- Então vamos dizer palavras com essa letra...
- Gato, gata, ... e como é aquele animal que tem um nome que parece uma asneira?
- ... não sei!
- É uma tartaruga pequenina.
- ?
- ... cagou-se!
- Cágado!
[S.]
2.3.07
Crónica de bons malandros
A descer a rua um bando de universitários barulhentos, rapazes e raparigas, alguns bêbados, outros ainda de copo na mão. Tudo bem. Até que meia dúzia começa a socar caixotes de lixo, a atirar para o chão os cestos suspensos em postes, o lixo espalha-se. Ninguém no grupo tenta deter os companheiros, fazem que não é nada com eles ou riem-se imenso. São uma cambada de putos que se armam em durões, uma trupe de parvalhões que se dedica ao vandalismo fraco. E digo-lhes isso. O amigo que me acompanha, septuagenário, pergunta-lhes se não aprendem nada de mais útil na universidade. Ousámos o confronto porque são mansos, é claro. E pergunto-me por onde anda a polícia. Já a entrar em casa, surpresa! Aí vêm eles novamente, acompanhados por dois polícias que os obrigam a repôr os cestos nos suportes. O lixo, esse, continua espalhado. Era pedir muito que o apanhassem do chão. E fico a pensar no F.. Mas ele acha que a Universidade tem cadeiras de civismo? Na escola das minhas filhas, de ensino básico, já há crianças famosas por insubordinação e violência, e não há maneira de os professores conseguirem impôr-lhes respeito. Uma das minhas filhas contou-me que quando um dos desses miúdos, o T., que tem 7 anos, é repreendido pela professora, abana os ombros. Ele quer lá saber! Exactamente a mesma reacção dos gandulos universitários. Querem lá saber! A não ser que apareça a polícia. Mas estes eram mansos...
Him #2
ME (Whispers): Is it?
HIM (Quietly): Yes.
ME (looking at him): It may take two people to make a really beautiful mistake
Marketing infantil

Ana Côrte Real é especialista em marketing infantil. Esta entrevista foi publicada na MKTONLINE.NET.
MktOnline.net - [As Crianças] são mais exigentes ou menos exigentes do que os adultos?
Ana Côrte-Real - Os padrões de exigência são diferentes. A grande diferença é que os critérios de compra, à medida que as crianças crescem, vão aumentando e o processo de decisão altera-se em face desses critérios. Por isso, eu acho que as crianças são diferentes na medida em que é um bocadinho de acordo com o comportamento de consumidor.
As crianças usam muito mais regras de decisão disjuntivas, isto é, baseiam-se num dois ou três critérios para tomar a sua decisão e nós adultos, normalmente, temos um padrão mais de regras conjuntivas, ou seja, somos sensíveis à marca, mas também somos sensíveis ao preço, mas também somos à embalagem. Temos mais critérios. Nessa perspectiva, os adultos tornam-se mais exigentes. As crianças podem-se focar num único critério: gostam da marca, gostam do boneco, gostam do brinde, gostam do produto e decidem.
(...)
MktOnline.net - Em termos de campanhas de publicidade pode dar um bom exemplo e um mau exemplo?
Ana Côrte-Real - Houve duas campanhas que vão um bocadinho contra os princípios éticos, uma é esta do McDonald’s. Depois há outra que acho que é do Panrico, em que a criança vê um conjunto de pratos como peixe, carne, fruta e diz sempre que não quer e depois aparece uma sande de Panrico e a criança diz que quer. Isto é complicado, é, no fundo, pôr a criança perante aquilo que é saudável e aquilo que é menos saudável, embora eu ache que possa fazer parte da alimentação da criança, agora não se pode é dizer à criança que aquela opção é válida.
Depois questões mais positivas, tudo o que está associado a uma alimentação saudável como, por exemplo, o Danoninho. Não é que seja um produto, em termos nutricionais, completamente equilibrado mas, de facto, consegue dizer à criança que ao comer vai crescer.
(...)
MktOnline.net - [Sobre a criação de personagens, como Noddy ou Floribella] Não é então uma questão programada, é uma questão…
Ana Côrte-Real - Nós temos aqui duas questões distintas. Uma é gerir uma mascote ou uma personagem como estratégia da própria marca e temos os casos do Quicky, do Rick e Rock, ou seja, são questões que são estratégicas e criadas pela marca. Depois temos a outra questão que é as marcas usarem estas personagens como estratégia de comunicação, daí vão buscar personagens que já tenham esse percurso de notoriedade e afectividade para alavancarem mais depressa os resultados. Claro que uma é muito mais uma estratégia de médio/longo prazo, que é pensar nas mascotes e nas personagens de forma estratégica, e outra é muito mais a curto prazo, que é ir buscar personagens que são fortes para alavancar a marca, num curto espaço de tempo.
(...)
MktOnline.net - A publicidade muitas vezes cria desejos desnecessários. É ético criar esses desejos nas crianças?
Ana Côrte-Real - A publicidade cria desejos ou desperta necessidades latentes nas crianças e nos adultos. O princípio da publicidade é criar notoriedade à marca e, simultaneamente, estimular associações que sejam favoráveis a essa marca e eu acho que aí não podemos cair no exagero de dizermos que a publicidade não quer criar desejo ou que não quer criar associações favoráveis.
Para mim não é tanto a importância de criar, acho que criar pressupõe o princípio de mas é a forma como se pode criar ou não esse tipo de ilusões.
Até onde poderão ir os profissionais de marketing quando possuem produtos e serviços que têm como público-alvo as crianças?
Desde logo, têm que respeitar aquilo que são as questões legais. Aí a DECO acho que faz um bom trabalho porque muitas vezes nós somos confrontados com campanhas de comunicação de marcas de referência que não cumprem as normas legais.
Começar pela base, primeiro, as marcas devem cumprir aquilo que legalmente lhes é imposto e depois a partir daí têm que adoptar um princípio ético de responsabilização, no fundo no processo de socialização da criança.
No âmbito do marketing, não é que haja muito escrito sobre as normas éticas mas há um princípio que até foi denominado por síndrome de Pôncio Pilatos que é uma metáfora, é um bocadinho aquela questão das marcas lavarem as mãos, eu cumpri as normas legais, eu cumpri tudo o que me é imposto legalmente, por isso, lavo daqui as minhas mãos, porque estou dentro da lei. Eu acho que isto é um falso sentido ético, nós sabemos que podemos estar a cumprir a lei e estar a estimular algum tipo de comportamento que não seja desejável nas crianças.
Aí eu acho que as marcas devem ser socialmente responsáveis. Primeiro, cumprir os requisitos legais mas, se calhar, depois irem mais além desses requisitos legais e tentarem ver até que ponto é que são responsáveis.
(...)
MktOnline.net - De que forma as novas tecnologias e hábitos de acesso das crianças às TIC alteraram as relações entre marcas e crianças?
Ana Côrte-Real - No fundo, todas essas formas de comunicação têm o mesmo princípio em relação aos adultos. Aproximaram as marcas das crianças, é mais uma forma de expor a marca à criança. A internet promove ainda por cima a interacção. Já sabemos que comportamentos de interacção geram maior afectividade, maior proximidade, por isso, no fundo, isso são tudo questões que aproximaram as marcas do segmento infantil.
Ana Côrte-Real - Os padrões de exigência são diferentes. A grande diferença é que os critérios de compra, à medida que as crianças crescem, vão aumentando e o processo de decisão altera-se em face desses critérios. Por isso, eu acho que as crianças são diferentes na medida em que é um bocadinho de acordo com o comportamento de consumidor.
As crianças usam muito mais regras de decisão disjuntivas, isto é, baseiam-se num dois ou três critérios para tomar a sua decisão e nós adultos, normalmente, temos um padrão mais de regras conjuntivas, ou seja, somos sensíveis à marca, mas também somos sensíveis ao preço, mas também somos à embalagem. Temos mais critérios. Nessa perspectiva, os adultos tornam-se mais exigentes. As crianças podem-se focar num único critério: gostam da marca, gostam do boneco, gostam do brinde, gostam do produto e decidem.
(...)
MktOnline.net - Em termos de campanhas de publicidade pode dar um bom exemplo e um mau exemplo?
Ana Côrte-Real - Houve duas campanhas que vão um bocadinho contra os princípios éticos, uma é esta do McDonald’s. Depois há outra que acho que é do Panrico, em que a criança vê um conjunto de pratos como peixe, carne, fruta e diz sempre que não quer e depois aparece uma sande de Panrico e a criança diz que quer. Isto é complicado, é, no fundo, pôr a criança perante aquilo que é saudável e aquilo que é menos saudável, embora eu ache que possa fazer parte da alimentação da criança, agora não se pode é dizer à criança que aquela opção é válida.
Depois questões mais positivas, tudo o que está associado a uma alimentação saudável como, por exemplo, o Danoninho. Não é que seja um produto, em termos nutricionais, completamente equilibrado mas, de facto, consegue dizer à criança que ao comer vai crescer.
(...)
MktOnline.net - [Sobre a criação de personagens, como Noddy ou Floribella] Não é então uma questão programada, é uma questão…
Ana Côrte-Real - Nós temos aqui duas questões distintas. Uma é gerir uma mascote ou uma personagem como estratégia da própria marca e temos os casos do Quicky, do Rick e Rock, ou seja, são questões que são estratégicas e criadas pela marca. Depois temos a outra questão que é as marcas usarem estas personagens como estratégia de comunicação, daí vão buscar personagens que já tenham esse percurso de notoriedade e afectividade para alavancarem mais depressa os resultados. Claro que uma é muito mais uma estratégia de médio/longo prazo, que é pensar nas mascotes e nas personagens de forma estratégica, e outra é muito mais a curto prazo, que é ir buscar personagens que são fortes para alavancar a marca, num curto espaço de tempo.
(...)
MktOnline.net - A publicidade muitas vezes cria desejos desnecessários. É ético criar esses desejos nas crianças?
Ana Côrte-Real - A publicidade cria desejos ou desperta necessidades latentes nas crianças e nos adultos. O princípio da publicidade é criar notoriedade à marca e, simultaneamente, estimular associações que sejam favoráveis a essa marca e eu acho que aí não podemos cair no exagero de dizermos que a publicidade não quer criar desejo ou que não quer criar associações favoráveis.
Para mim não é tanto a importância de criar, acho que criar pressupõe o princípio de mas é a forma como se pode criar ou não esse tipo de ilusões.
Até onde poderão ir os profissionais de marketing quando possuem produtos e serviços que têm como público-alvo as crianças?
Desde logo, têm que respeitar aquilo que são as questões legais. Aí a DECO acho que faz um bom trabalho porque muitas vezes nós somos confrontados com campanhas de comunicação de marcas de referência que não cumprem as normas legais.
Começar pela base, primeiro, as marcas devem cumprir aquilo que legalmente lhes é imposto e depois a partir daí têm que adoptar um princípio ético de responsabilização, no fundo no processo de socialização da criança.
No âmbito do marketing, não é que haja muito escrito sobre as normas éticas mas há um princípio que até foi denominado por síndrome de Pôncio Pilatos que é uma metáfora, é um bocadinho aquela questão das marcas lavarem as mãos, eu cumpri as normas legais, eu cumpri tudo o que me é imposto legalmente, por isso, lavo daqui as minhas mãos, porque estou dentro da lei. Eu acho que isto é um falso sentido ético, nós sabemos que podemos estar a cumprir a lei e estar a estimular algum tipo de comportamento que não seja desejável nas crianças.
Aí eu acho que as marcas devem ser socialmente responsáveis. Primeiro, cumprir os requisitos legais mas, se calhar, depois irem mais além desses requisitos legais e tentarem ver até que ponto é que são responsáveis.
(...)
MktOnline.net - De que forma as novas tecnologias e hábitos de acesso das crianças às TIC alteraram as relações entre marcas e crianças?
Ana Côrte-Real - No fundo, todas essas formas de comunicação têm o mesmo princípio em relação aos adultos. Aproximaram as marcas das crianças, é mais uma forma de expor a marca à criança. A internet promove ainda por cima a interacção. Já sabemos que comportamentos de interacção geram maior afectividade, maior proximidade, por isso, no fundo, isso são tudo questões que aproximaram as marcas do segmento infantil.
Ontem no Mercado Negro (Aveiro), hoje no Porto
Nuno Prata, baixista dos extintos Ornatos Violeta, regressa aos palcos para apresentar "Todos os Dias Fossem Estes/Outros", o seu primeiro disco a solo, um trabalho contagiante onde o desalento que habita as letras contrasta com ironia com o humor posto nos arranjos das canções. Uma oportunidade rara para ouvir um dos álbuns mais elogiados dos últimos tempos.Vão ao espaço do Nuno Prata e digam-me se não começam logo a abanar pés tronco e membros!
Ah, todos os dias fossem estes/outros!
1.3.07
Ponto sem texto
Eu gostava de saber quem lançou esta Petição Contra a Privatização do Teatro Aveirense (tive conhecimento via O Melhor Anjo).
Lembro-me de que a directora geral do Teatro, Maria da Luz Nolasco, sugeriu a criação de um movimento de contestação, certamente inspirada no mediático caso do Rivoli no Porto. Tudo começou quando, na apresentação da proposta de orçamento e plano da Câmara para 2007, a empresa do Teatro Aveirense foi apontada pelo vereador das Finanças, Pedro Ferreira, como uma das empresas municipais a concessionar para gerar 46,5 milhões de euros de receitas correntes, em rendas para o município.
Depois dessa comunicação, o vereador da cultura, Capão Filipe, e o Presidente da Câmara, Élio Maia, já deram o dito por não dito, sendo claro que o que existe é... indefinição ou ausência completa de uma política para o Teatro Municipal. É por isso que antes desta petição, me pareceria mais útil lançar outra que obrigasse o executivo camarário a reflectir, planear, clarificar posições. É o mínimo que se pode pedir, não é? E a este executivo eu nem ouso pedir mais...
Entretanto, talvez convenha recordar que Paulo Ribeiro, o director despedido depois das eleições municipais (em que o PS perdeu a Câmara para a coligação PSD-CDS), continua a fazer um excelente trabalho... no Teatro Viriato, em Viseu. Aveiro não quis o último Director Artístico do Ballet Gulbenkian, ora!
Lembro-me de que a directora geral do Teatro, Maria da Luz Nolasco, sugeriu a criação de um movimento de contestação, certamente inspirada no mediático caso do Rivoli no Porto. Tudo começou quando, na apresentação da proposta de orçamento e plano da Câmara para 2007, a empresa do Teatro Aveirense foi apontada pelo vereador das Finanças, Pedro Ferreira, como uma das empresas municipais a concessionar para gerar 46,5 milhões de euros de receitas correntes, em rendas para o município.
Depois dessa comunicação, o vereador da cultura, Capão Filipe, e o Presidente da Câmara, Élio Maia, já deram o dito por não dito, sendo claro que o que existe é... indefinição ou ausência completa de uma política para o Teatro Municipal. É por isso que antes desta petição, me pareceria mais útil lançar outra que obrigasse o executivo camarário a reflectir, planear, clarificar posições. É o mínimo que se pode pedir, não é? E a este executivo eu nem ouso pedir mais...
Entretanto, talvez convenha recordar que Paulo Ribeiro, o director despedido depois das eleições municipais (em que o PS perdeu a Câmara para a coligação PSD-CDS), continua a fazer um excelente trabalho... no Teatro Viriato, em Viseu. Aveiro não quis o último Director Artístico do Ballet Gulbenkian, ora!
Him #1
Um extracto de grande beleza, em que um profundo amor heterossexual se funde com uma mistura andrógina de Him and Me, uma espiritual (e também infantil) fusão:
HIM: I feel that it's very dark.
ME: Do you--feel?
HIM: Terribly dark.
ME: Are you a little afraid of the dark?
HIM: I've always been. (The room darkens rapidly) May I sit beside you?
ME: If you don't very much mind. (He does so)
HIM: A hand. Accurate and incredible.
ME (To herself): The dark is so many corners--
HIM: Here life is, moves; faintly. A wrist. The faint throb of blood, precise, miraculous.
ME (As before): --so many dolls, who move--
HIM: Curve. And they talk of dying! The blood delicately descending and ascending: making an arm. Being an arm. The warm flesh, the dim slender flesh filled with life, slenderer than a miracle, frailer.
ME (As before): --by Themselves.
HIM: These are the shoulders through which fell the world. The dangerous shoulders of Eve, in god's entire garden newly strolling. How young they are! They are shy, shyest, birdlike. Not shoulders, but young alert birds. (The figures of ME and HIM are almost invisible)
ME (Almost inaudibly): Darker.
HIM: A distinct throat. Which breathes. A head: small, smaller than a flower. With eyes and with lips. Lips more slender than light; a smile how carefully and slowly made, a smile made entirely of dream. Eyes deeper than Spring. Eyes darker than Spring, more new.
ME (To herself): We must go very carefully...
HIM: These, these are the further miracles--
ME (Almost inaudibly):...gradually...
HIM: --the breasts. Thighs. The All which is beyond comprehension--the All which is perpetually discovered, yet undiscovered: sexual, sweet, Alive!
HIM: I feel that it's very dark.
ME: Do you--feel?
HIM: Terribly dark.
ME: Are you a little afraid of the dark?
HIM: I've always been. (The room darkens rapidly) May I sit beside you?
ME: If you don't very much mind. (He does so)
HIM: A hand. Accurate and incredible.
ME (To herself): The dark is so many corners--
HIM: Here life is, moves; faintly. A wrist. The faint throb of blood, precise, miraculous.
ME (As before): --so many dolls, who move--
HIM: Curve. And they talk of dying! The blood delicately descending and ascending: making an arm. Being an arm. The warm flesh, the dim slender flesh filled with life, slenderer than a miracle, frailer.
ME (As before): --by Themselves.
HIM: These are the shoulders through which fell the world. The dangerous shoulders of Eve, in god's entire garden newly strolling. How young they are! They are shy, shyest, birdlike. Not shoulders, but young alert birds. (The figures of ME and HIM are almost invisible)
ME (Almost inaudibly): Darker.
HIM: A distinct throat. Which breathes. A head: small, smaller than a flower. With eyes and with lips. Lips more slender than light; a smile how carefully and slowly made, a smile made entirely of dream. Eyes deeper than Spring. Eyes darker than Spring, more new.
ME (To herself): We must go very carefully...
HIM: These, these are the further miracles--
ME (Almost inaudibly):...gradually...
HIM: --the breasts. Thighs. The All which is beyond comprehension--the All which is perpetually discovered, yet undiscovered: sexual, sweet, Alive!
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é claro que agora já conhecem o Cabo dos Ventos!
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