Depois de Ainda há pastores ?. Este fim de semana. Ganhou três prémios em dois festivais. 3x2. DocLisboa. Cine Eco 2009. Jorge Pelicano.
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26.10.09
29.5.09
Massa Crítica às 18h00
Mesmo vivendo na cidade das Bugas, desconhecia por completo a existência deste movimento:
Uma Massa Crítica (MC) é um passeio no meio da cidade feito em transportes não poluentes. Realiza-se sempre na última sexta-feira de cada mês às 18h00, partindo de um local pré-determinado.
As MC também são conhecidas nos países lusófonos como bicicletadas porque a maioria dos participantes desloca-se em bicicleta. O termo Massa Crítica é mais apropriado porque se encoraja a participação de pessoas que se deslocam de outras formas não-poluentes: patins, skate, trotinete, etc.
As Massas Críticas são passeios auto-organizados e independentes - geralmente apenas o local de encontro, o dia e o horário são definidos. Em algumas cidades, o trajecto, o ponto de chegada e as actividades ao longo do percurso são decididas somente quando o evento já esta ocorrendo. Claramente existe um carácter de protesto nesses eventos: os participantes demonstram, reunindo-se em público, as vantagens de usar a bicicleta como meio de transporte nas cidades e alertam para as mudanças necessárias no espaço urbano para melhor acomodar os ciclistas.
A Massa Crítica evoca uma situação comum na China: por exemplo, num cruzamento, quando um ciclista pretende atravessar por entre uma linha de tráfego para seguir o seu caminho, espera que se junte a ele um grupo numeroso de outros ciclistas que queiram ir no mesmo sentido, para que possa então dar seguimento ao seu sentido de circulação.
Massa Crítica em Aveiro
- Acontece sempre na última sexta-feira de cada mês;
- Hoje: início de encontro na Praça Joaquim de Melo Freitas (ao lado dos Arcos) a partir das 18h30; saída às 19h00.
Em Coimbra, Lisboa e Porto
Em Chaves
Em Portimão
Uma Massa Crítica (MC) é um passeio no meio da cidade feito em transportes não poluentes. Realiza-se sempre na última sexta-feira de cada mês às 18h00, partindo de um local pré-determinado.As MC também são conhecidas nos países lusófonos como bicicletadas porque a maioria dos participantes desloca-se em bicicleta. O termo Massa Crítica é mais apropriado porque se encoraja a participação de pessoas que se deslocam de outras formas não-poluentes: patins, skate, trotinete, etc.
As Massas Críticas são passeios auto-organizados e independentes - geralmente apenas o local de encontro, o dia e o horário são definidos. Em algumas cidades, o trajecto, o ponto de chegada e as actividades ao longo do percurso são decididas somente quando o evento já esta ocorrendo. Claramente existe um carácter de protesto nesses eventos: os participantes demonstram, reunindo-se em público, as vantagens de usar a bicicleta como meio de transporte nas cidades e alertam para as mudanças necessárias no espaço urbano para melhor acomodar os ciclistas.
A Massa Crítica evoca uma situação comum na China: por exemplo, num cruzamento, quando um ciclista pretende atravessar por entre uma linha de tráfego para seguir o seu caminho, espera que se junte a ele um grupo numeroso de outros ciclistas que queiram ir no mesmo sentido, para que possa então dar seguimento ao seu sentido de circulação.
Massa Crítica em Aveiro
- Acontece sempre na última sexta-feira de cada mês;
- Hoje: início de encontro na Praça Joaquim de Melo Freitas (ao lado dos Arcos) a partir das 18h30; saída às 19h00.
Em Coimbra, Lisboa e Porto
Em Chaves
Em Portimão
Boa Bicicletada! :)
Nankim acrilico sobre papel - 38x46cm
20.5.09
Património Ambiental e Cultural e Desenvolvimento Local
Seminário
Património Ambiental e Cultural e Desenvolvimento Local
Sala de Actos da Reitoria da Universidade de Aveiro
22 de Maio de 2009 - 14h30 – 16h30
Programa
14h30 – Nuno Martins – Património, Paisagens Culturais, Turismo e Projecto do Território – O caso do Parque Patrimonial do Mondego
Nuno Martins é Arquitecto, docente da ESAP – Escola Superior Artística do Porto e Coordenador do Projecto Parque Patrimonial do Mondego.
15h – Paulo Ferreira da Costa – Património Imaterial, Identidade e Mudança Social
Paulo Ferreira da Costa é Antropólogo e Director do Departamento de Património Imaterial do Instituto de Museus e Conservação.
15h30 – 16h30 – debate moderado por Elisabete Figueiredo e Celeste Eusébio
Elisabete Figueiredo é Socióloga, Doutorada em Ciências Aplicadas ao Ambiente e Professora Auxiliar na Secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas da Universidade de Aveiro.
Celeste Eusébio é Licenciada em Gestão e Planeamento em Turismo, Doutorada em Turismo e Professora Auxiliar no Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial.
Informações: Elisabete Figueiredo. elisa@ua.pt. Telf. 234372492
Património Ambiental e Cultural e Desenvolvimento Local
Sala de Actos da Reitoria da Universidade de Aveiro
22 de Maio de 2009 - 14h30 – 16h30
Programa
14h30 – Nuno Martins – Património, Paisagens Culturais, Turismo e Projecto do Território – O caso do Parque Patrimonial do Mondego
Nuno Martins é Arquitecto, docente da ESAP – Escola Superior Artística do Porto e Coordenador do Projecto Parque Patrimonial do Mondego.
15h – Paulo Ferreira da Costa – Património Imaterial, Identidade e Mudança Social
Paulo Ferreira da Costa é Antropólogo e Director do Departamento de Património Imaterial do Instituto de Museus e Conservação.
15h30 – 16h30 – debate moderado por Elisabete Figueiredo e Celeste Eusébio
Elisabete Figueiredo é Socióloga, Doutorada em Ciências Aplicadas ao Ambiente e Professora Auxiliar na Secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas da Universidade de Aveiro.
Celeste Eusébio é Licenciada em Gestão e Planeamento em Turismo, Doutorada em Turismo e Professora Auxiliar no Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial.
Informações: Elisabete Figueiredo. elisa@ua.pt. Telf. 234372492
16.11.08
Dia Nacional do Mar
Música: Manos Hadjidakis. Arranjos: Nikos Kypourgos.
Edição de cenas do filme "Thasos" (1961) de Takis Kanellopoulos
Foi a 16 de Novembro de 1994 que entrou em vigor a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, um novo quadro jurídico para o direito do mar ratificado por Portugal em 1997, tendo então assumido responsabilidade numa das áreas marítimas mais extensas da Europa, e a maior da União Europeia, com uma dimensão 18 vezes superior ao território nacional.
18.10.08
Cine' Eco 2008
De 18 a 25 de Outubro, estarei em Seia. É o terceiro ano consecutivo que participo como membro do júri. Vai ser bom reencontrar os lugares e as gentes. E depois, será óptimo para começar a preparar a II edição da extensão do Festival em Aveiro.
Obras a Concurso
26.9.08
"The world's first commercial-scale wave-power station"
«Não ficas cego com a mudez de tais sereias?
Este é o silêncio das almas já perturbadas.»
Sylvia Plath, Pela Água
Este é o silêncio das almas já perturbadas.»
Sylvia Plath, Pela Água

Ver vídeo
19.7.08
Festa na Ria... glups
Continuo na dúvida. Treino para o II Triatlo de Aveiro, integrado no Programa Festa da Ria, ou treino do nosso atleta olímpico, Diogo Carvalho, para Pequim 2008? Em qualquer dos casos, admirei a resistência... imunitária.
Reportagem completa aqui
23.4.08
25.3.08
Não perder
Último dia do CineEco - Festival Internacional de Cinema e Vídeo da Serra da Estrela, em Aveiro. Começa às 10:00 e termina às 21:30 com a exibição dos filmes vencedores nas últimas edições (2006 e 2007/trailer)
22.3.08
18.3.08
11.3.08
Cine Eco em português
Comecemos com uma lista de prémios: Prémio Lusofonia e Menção Honrosa do Júri da Juventude no Cine Eco 2006; Prémio Atlântico, Play-Doc 2007, Tui, Espanha; Prémio Imprensa Caminhos do Cinema Português 2007, Coimbra; Prémio Cora Coralina (Melhor filme), FICA-Festival Internacional de Cinema Ambiental 2007, Brasil; Prémio Zumballe Melhor Documentário – MIVICO 07, Ponteares, Galiza; Menção Especial no 2º Festival Internacional de Cine Documental de la Ciudad de México; Prémio Green Award, EFFN – Environmental Film Festival Network 07, Turim, Itália; Prémio da Secção Transfronteiriça, da 3ª edição do Extrema’D0C, em Cárceres, Espanha; Primeiro Prémio no VII Kathmandu International Montain Film Festival, 2007, Nepal.
Talvez não saibam, mas este documentário é o mais premiado de sempre do cinema português. Já agora, o Green Award é o equivalente ao Oscar para o cinema ambiental. Na atribuição do último prémio em Kathmandu, um festival que visa distinguir trabalhos ligados às montanhas, apreciei particularmente as palavras do júri relativamente a este documentário português: “A mistura perfeita de bom cinema e qualidade de pesquisa numa temática que geralmente só encontra lugar nos estudos académicos ou workshops internacionais. As espantosas imagens, escolha do protagonista, música, canções com poemas profundamente líricos, uma edição soberbamente imaginativa complementa a história-narração ardilosa da película. Percebemos profundamente a vida desses homens na solidão das montanhas. O realizador combinou o assunto com ferramentas cinematográficas com mestria, tocou o romântico e ainda fornece uma excelente mensagem proverbial aos outros”. (Mais informações: http://www.himalassociation.org/index.php).
Talvez já tenham percebido que me estou a referir ao filme AINDA HÁ PASTORES?, de Jorge Pelicano, filmado em Casais de Folgosinho.
Casais de Folgosinho: nem sequer é um lugar, é uma extensão de terra, um vale entre as montanhas da Serra da Estrela. Casais de Folgosinho: era todo o mundo de Grazina, o pastor mais velho do vale, que guardava e ordenhava 80 ovelhas duas vezes por dia, é todo o mundo de Maria do Espírito Santo que vive só há mais de vinte anos, nos mais de 80 anos de vida que já conta, mas que não a impedem de continuar a correr atrás das três cabras que possui. Casais de Folgosinho é onde fica a casa sem luz eléctrica ou água canalizada de Hermínio, o pastor mais jovem, que ainda não tem 30 anos, e que guarda mais de 100 animais, enquanto ouve as cantigas de Quim Barreiros e sonha com companhia. Rosa e Zé são as únicas crianças do vale, filhos do pastor Manuel Pita, e já só o Zé vai à escola que a Rosa já tem a lida da casa, a apanha da batata ou a ordenha, apesar de conservar o sorriso gaiato. Um documento magnífico sobre os sobreviventes de um lugar que vai deixar de existir. Um filme para reflectirmos: como repovoar estes lugares perdidos da Terra, mantendo-os virgens de tecnologias e poluições? Como preservar actividades "arcaicas", como o pastoreio, sem escravizar os homens a jornadas e condições de trabalho demasiado árduas? Ainda há pastores ou uma utopia?
A não perder dia 11, terça-feira, às 21:30, no Teatro Aveirense.
Na sessão anterior, às 18:30, serão apresentados outros dois excelentes documentários portugueses: A PONTE DE TODOS, de Anabela de Saint-Maurice e VILARINHO DAS FURNAS, de Sofia Leite. Filmes que nos dão a oportunidade de “viajar cá dentro”, percorrendo lugares e décadas da nossa história, com a nossa gente.
7.3.08
Discretas Afinidades
... é um filme de Ana Neves, realizado sob encomenda da Câmara Municipal de Estarreja - BioRia. Atendendo ao resultado do "inquérito" à população que outro filme, Água Nossa, revela, a relação dos aveirenses com a Ria é mais discreta do que deveria ser. Poucos conhecem a origem da mesma.
Em Água Nossa, filme realizado por Raquel Carrilho e Teresa Magalhães (apoio UA/DECA) a partir de uma ideia original desta que vos escreve, percebemos que a maioria da população desconhece donde vem a água que abastece o concelho de Aveiro e desconhece como se formou a Ria (ria que, na verdade, não é ria, mas uma laguna costeira).
Deixo então alguns links que poderão dar resposta a todas as questões:
RIA DE AVEIRO
BIORIA
ICN/ZONA DE PROTECÇÃO ESPECIAL
ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO CARVOEIRO VOUGA
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE AVEIRO
Em Água Nossa, filme realizado por Raquel Carrilho e Teresa Magalhães (apoio UA/DECA) a partir de uma ideia original desta que vos escreve, percebemos que a maioria da população desconhece donde vem a água que abastece o concelho de Aveiro e desconhece como se formou a Ria (ria que, na verdade, não é ria, mas uma laguna costeira).
Deixo então alguns links que poderão dar resposta a todas as questões:
RIA DE AVEIRO
BIORIA
ICN/ZONA DE PROTECÇÃO ESPECIAL
ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DO CARVOEIRO VOUGA
SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE AVEIRO
6.3.08
Outras experiências
O Ataque do Tigre, Gibellina depois do terramoto, graffitis desde NY até à favela do Rio, viver do lixo, ou como passar de catador de lixo a presidente de cooperativa, ___ou de estafeta a executivo, mudando de pele, perdendo identidade. Documentários e ficções e ficções em documentários: a escritora e artista Ellen Van Boggelen Heutink na sua quinta vivendo Momentos de Maré; Hilde em A Ovelha Selvagem, a Raposa e o Amor na ilha de Groneng (Noruega). tudo no Mercado Negro. hoje (18h e 22h).
5.3.08
Cine Eco em Movimento

“A deusa grega Deméter deu a agricultura à humanidade. Desde então ela tem dado sucessivas novas formas à natureza.” Começa assim um novo capítulo na História da Humanidade, a História que nos é narrada em OS CAMPOS DE DEMÉTER – AS ESTAÇÕES DE ANO NA PAISAGEM EUROPEIA DA CULTURA, filme que passará no Teatro Aveirense, hoje, às 21h30. O professor (biólogo) e realizador norueguês Knut Krzywinski viajou e filmou a paisagem de sete países da Europa mas, quando o conheci em Seia, por ocasião da XIII Edição do CineEco - Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela, ele não quis revelar que países eram esses. No filme, as paisagens também não são identificadas por nacionalidade. “São países europeus” - disse, e aconselhou-me o website do filme. Acabei por reconhecer alguns lugares, como a Serra da Estrela ou o Parque Natural Sintra-Cascais, em Portugal, reencontrei países que já visitei, mas sobretudo, compreendi o mistério: “Os Campos de Deméter” remete-nos para além do presente e do que é óbvio.
«Quando olhamos para o campo e nos maravilhamos com a sua beleza natural, vale a pena lembrar uma coisa - esta paisagem está longe de ser natural. O que nós estamos a ver, para o melhor e para o pior, é uma paisagem que foi profundamente alterada por gerações de intervenção humana, em particular por antigas práticas agrícolas.
Na Europa, a relação com a terra e a paisagem sempre foi governada pela existência humana. Os habitantes de grutas do Paleolítico, há 40.000 anos, viviam num ambiente que não podiam controlar: no entanto, com a introdução da agricultura esta relação mudou e, através dos milénios que se seguiram, uma combinação de forças naturais e culturais modelaria as paisagens da Europa.(...) A ideia de natureza como algo para ser dominado e conquistado desenvolveu-se enquanto economia e a tecnologia tornou atingível o seu controle absoluto. Esta é a origem de muitas calamidades contemporâneas como a perda de biodiversidade, a poluição, a deterioração geral do ambiente e, acima de tudo, a nossa alienação da natureza. Desde meados do Século XX a agricultura mudou dramaticamente. Nas terras apropriadas, a agricultura intensiva e as monoculturas substituíram a agricultura tradicional, de pequena escala, enquanto nas áreas marginais e isoladas a terra é normalmente abandonada, uma vez que não pode competir com a agricultura intensiva. O abandono é muitas vezes seguido pela invasão do matagal e eventualmente florestação. O aumento do desequilíbrio do uso da terra – reflectido na dupla ameaça da intensificação e do abandono – resultou na erosão das paisagens culturais tradicionais e a sua característica diversidade de habitats e de espécies.»
Este filme é um projecto ECL-European Cultural Landscapes (http://ecl.cultland.org/) que tem por objectivo sensibilizar a população para a necessidade urgente de proteger o património que é nossa paisagem cultural, através da agricultura e utilização da terra sustentáveis. Foi neste site que descobri a sinopse de “Os Campos de Deméter”. A esta abordagem, Knut Krzywinki e Graham Townsley acrescentaram bagos de mitologia, poesia e imagens de imensa beleza. No CineEco' 07 foram-lhe atribuídos dois prémios: o Prémio Educação Ambiental pelo Júri Internacional e o “Prémio Especial” pelo Júri CineEco em Movimento, de que fiz parte. Sou suspeita, pois. Mas não perderia este filme... logo à noite, no Teatro Aveirense, ou no dia 13 de Março, às 22h, no Mercado Negro.
Para consultar toda a programação deste Festival que apresentará 37 filmes ao longo do mês de Março, consulte o blogue “Extenção do CineEco em Aveiro”, o site do TA ou as agendas culturais da cidade.
[Artigo publicado no Diário de Aveiro de 5/03/2008]
3.3.08
cINE eCo EM avEIRO
Nas manhãs de 4 e 11 de Março, às 10h, haverá uma programação especial para crianças do 1º/2º ciclo (maiores de 5 anos) no Teatro Aveirense . CARPA DIEM veio de Itália para a XIII Edição do Cine Eco e seleccionei-o (apesar de, coisa rara, já estar on line). Ganhou uma menção honrosa. São dois minutos para um alerta. Precioso.
TODA A PROGRAMAÇÃO DA EXTENSÃO DO CINEECO EM AVEIRO. A ENTRADA É LIVRE.
29.2.08
Nanook of the North, Robert FLAHERTY, 1922
E agora que se aproxima a data de início da extensão do CineEco em Aveiro, apeteceu-me relembrar o primeiro documentário de longa-metragem da sétima arte. Um filme não isento de críticas dada a forma como Flaherty encenou a realidade. O nome do protagonista foi alterado - Nanook, em vez de Allakariallak, a "mulher" não era a sua verdadeira mulher e, nas cenas de caça, são filmadas técnicas ancestrais, não se revelando que Allakariallak utilizava já uma pistola. Os documentários actuais não escapam ao mesmo tipo de polémicas. Poderá um realizador, como defendia Robert Flaherty, alterar, mudar as peças de lugar, de forma a captar o que considera ser o verdadeiro espírito de um lugar ou de um povo?
27.2.08
Faltam 7 dias

O pré-anúncio foi feito em Outubro. Agora vai acontecer! Dias 4, 11, 18 e 25 no Teatro Aveirense, dias 6, 13 e 20 no Mercado Negro (Cineclube de Aveiro). Toda a programação no blog da Extensão.
11.11.07
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